Nota

Quadrante Mágico do Gartner para Infrastructure as a Service : O que aconteceu nos anos de (2016, 2017 e 2018)?!

Ola Leitores,

Quer saber o que aconteceu nos ultimos anos do Quadrante de IaaS do Gartner ?

Acesse o link e descubra !!!

 

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Obrigado e abraços,


Thiago Viola
Head of Watson & Cloud Platform Sales Brazil
MBA Cloud Computing Teacher

E-mail: thiagoviola@yahoo.com.br
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Nota

Quadrante Mágico de Cloud IaaS – Gartner 2018.

Olá Leitores,

No dia 22/05, a Gartner publicou o 2018 Magic Quadrant para Cloud Infrastructure as a Service com grandes mudanças !!!

Antes de começarmos, para quem não conhece, o quadrante é uma representação gráfica desenvolvida pelo Gartner para o mercado tecnológico que avalia determinado período, tendo como objetivo ser uma ferramenta de pesquisa para apoiar os executivos nas tomadas de decisões de cada negócio. Ele está dividido em 4 tópicos que definem: líderes, desafiadores, visionários e concorrentes de nicho de mercado.

Neste quadrante a avaliação é orientada a IaaS. Infraestrutura como serviço é definido como uma oferta padronizada e altamente automatizada, onde os recursos computacionais, complementados por recursos de armazenamento e rede, são de propriedade de um fornecedor de serviços e oferecido ao cliente sob demanda.

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O que aconteceu ?

A primeira e mais drástica mudança que ocorreu no último ano é o número de players que o Gartner decidiu destacar em seu relatório: o número de fornecedores passou de 14 para apenas 6 neste ano.

Por que isso aconteceu ?!  Um dos critérios chave que devemos prestar atenção ao ler qualquer um dos MQs do Gartner é o que eles chamam de “critérios de inclusão”. De um ano para o outro, existe um refinamento e modificação nas condições avaliadas.

O que vemos em 2018, foi que o Gartner concentrou-se em “fornecedores globais que atualmente têm ofertas integradas de IaaS e PaaS hiperescala, ou que atualmente estão desenvolvendo essas ofertas”.

Então, aqui está quem está dentro e quem está fora (por ordem alfabética):

DENTRO: Alibaba Cloud, Amazon Web Services, Google, IBM, Microsoft e Oracle.
FORA: CenturyLink, Fujitsu, Interoute (adquirida pela GTT em fevereiro), Joyent (de propriedade da Samsung), Virtustream (de propriedade da EMC), NTT Communications, RackSpace e Skytap.

 

Qual a percepção macro dos players no quadrante  ?

Tivemos a permanência da AWS e Microsoft no quadro de LEADERS e a promoção do Google Cloud para este mesmo .

Já provedores como IBM, Oracle e Alibaba Cloud juntos foram movidos do quadro de VISIONARIES para NICHE PLAYERS.

 

Qual foi o foco do Gartner neste ano  ?

Este ano, o Gartner escolheu critérios de inclusão mais rigorosos,  incluir apenas fornecedores globais que atualmente têm ofertas integradas de IaaS e PaaS com hiperescala ou que estão atualmente desenvolvendo essas ofertas. Essas mudanças refletem a crença da Gartner de que as avaliações de clientes estão atualmente focadas principalmente em fornecedores para adoção estratégica em uma ampla gama de casos de uso.

 

O que podemos evidenciar de diferente ?

O Gartner considerou Bare-metal, mas nem todos.

O Gartner avaliou apenas os servidores em Cloud que podem ser provisionados automaticamente em menos de dez minutos (de preferência cinco) e são cobrados de hora em hora.

Mesmo que a maioria dos clientes de bare metal hoje se preocupa mais com a flexibilidade e o desempenho oferecidos pelos servidores bare-metal do que com o tempo de provisionamento, o Gartner adotou a premissa provisionamentos.

 

O Gartner olhou com atenção para o tema DISPONIBILIDADE no ano passado.

A ferramenta de avaliação evidenciada no relatório é o proprio Gartner Cloud Decisions o qual avalia a disponibilidade de cada provedores Aqui está a lista de disponibilidade:

– Alibaba – 100%
– AWS – 99.998%
– IBM – 99.9989%
– Google – 99.9985%
– Microsoft – 99.9951%
– Oracle – 99,9834%

 

Como escolher seu provedor de Cloud?

Além do relatório mais recente da Gartner, você encontrará uma ampla orientação através do IDC, Forrester e outras fontes de pesquisa. Montar uma estrutura comparativa para pensar nas várias opções e uma boa idéia e avaliar tendencias futuras como essas abaixo é ponto chave:

  • Quanto de seus dados deve estar em Cloud? De acordo com a pesquisa mais recente, 77% das empresas estão indo para a nuvem. No entanto, 37% das empresas têm todos os seus dados na nuvem. Você estará “all-in” ou estará no modo híbrido? De qualquer forma, você provavelmente precisará considerar uma camada semântica universal.

  • Tecnologia moderna. Princípios antigos? Não importa o quão “revolucionária” a nuvem apareça, não acredite que você será capaz de esquecer seus requisitos de negócios corporativos.

    Você precisará de uma evolução.
    Não confunda com revolução!

  • Uma Cloud ou MultiCloud?

    Independentemente de você ser novo na Cloud, migrar cargas de trabalho locais para a nuvem ou executar seu Data Lake em um modo híbrido, será necessário considerar “vendor lock-in”.

  • Escolha uma cloud que garanta segurança e forneça serviços de ponta a ponta!

    Provedores de cloud devem fornecer da camada mais basica de IaaS (Infraestrutura como Serviço) e ser pronta para a entrega de IA (Artificial Intelligence) – com novas soluções, incluindo serviços para segurança contínua, Container Service, Kubernetes, IA, até ferramentas de Deep-Learning as a Service (DLaaS).

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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Nota

Comparação de funcionalidades dos principais provedores de Cloud Publica

Olá Leitores,

O número de funcionalidades dos principais provedores em Cloud Publica tem aumentado dia após dia. Ter um site que consolida todas essas informações pode muitas vezes facilitar a comparação e o uso dos recursos.

Este site é gerenciado por um profissional que tem ‘canal aberto’ para que possamos interagir e sugerir inclusões e alterações.

Acesse a referência para ter acesso ao comparativo completo:  http://comparecloud.in/

 

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O que é exatamente Edge Computing ?

Olá Leitores, Bom Dia.

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e o uso de tecnologias como IoT e Inteligência Artificial farão com que as empresas passem a produzir muitos dados e a buscar maneiras mais ágeis de coletá-los e analisá-los.

Nesse cenário, começa a aparecer a tal Edge Computing (computação de borda, em tradução ao pé da letra). Segundo projeções da IDC, os investimentos em IoT irão alcançar US$ 1,3 trilhões até 2020 e o processamento de 43% dos dados gerados serão realizados.

De maneira simplificada, trata-se da descentralização do armazenamento e processamento de dados, permitindo que ele aconteça mais perto de onde as informações são geradas ou utilizadas.

As implantações de “edge computing” são ideais para variedade de cenários. Um deles é quando os dispositivos de IoT têm má conectividade e não é eficiente estarem constantemente conectados a uma cloud central.

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Na prática, os dispositivos coletam as informações em sua ampla maioria em quantidades massivas e enviam para Cloud para processamento.

A Edge Computing faz a triagem localmente, reduzindo o tráfego e evita que as informações precisem se deslocar para um provedor ‘X’ de Cloud.

Por exemplo: Em uma empresa do ramo de shopping center que monitora suas lojas para entender o comportamento dos consumidores onde circulam mais, quais as atividades mais buscadas, que produtos estão comprando, quanto tempo permanecem em cada estabelecimento, entre outros pontos a edge computing auxilia no controle e análise das informações independentemente do dispositivo utilizado … smartphone, tablet ou em qualquer outro objeto conectado, tornando tudo mais ágil.

Veja maiores informações:

https://blog.runrun.it/edge-computing/
https://en.wikipedia.org/wiki/Edge_computing

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Tecnologia: O que esperar para 2018 ?

Olá Leitores, Bom Dia.

No ano passado percebemos que as empresas começaram a impulsionar ambientes integrados, buscando a montagem de arquiteturas com aplicações existentes como uma forma de acelerar a inovação. Agora, chegamos em 2018 acompanhados de grandes avanços em tecnologias disruptivas que estão mudando cada vez mais a paisagem da TI.

O Gartner já projetava um crescimento de 4% para o setor de tecnologia da informação em 2018. Em relação a valores, a estimativa é que os gastos globais das empresas com TI totalizem US$ 3,7 trilhões em 2018 – um aumento de 4,3% em relação aos US$ 3,5 trilhões estimados para 2017.

Quanto às tendências de tecnologia para 2018 ?  Vamos a elas:

Inteligência Artificial (AI)

O amadurecimento e crescimento deste tema trará as empresas a possibilidade de cada vez mais criar sistemas que aprendem, adaptam-se e atuam de forma autônoma para a tomada de decisões.

As APIs para os dados serem trabalhados assim como a análise deles estão se tornando cada vez mais acessíveis, permitindo a adoção dessas tecnologias por negócios convencionais que buscam tomar decisões melhores e mais rápidas.

O uso de IA aplicado no processo de tomada de decisões, renovação de processos e modelos de negócio com certeza será peça chave para inovar o relacionamento com clientes.

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Cloud Computing (Adoção em massa)

Cloud já é uma realidade a tempos mas temos visto uma certa morosidade nas organizações para a adoção em massa desta tecnologia.

Quando coloco Cloud Computing (Adoção em massa) estou certo que este ano teremos uma forte crescente. Se olharmos para traz, veja quantas barreiras já superarmos: riscos de segurança, privacidade de dados, implementação de ambiente, migração de aplicação, dificuldades em entendimento de TCO e ROI.

Agora estamos em outra fase, o forte investimento de grandes empresas como IBM, Google, AWS, Oracle, Microsoft faz com que o mercado amadureça e entenda que Cloud já é a realidade necessária para seu negócio.

Em geral,o uso de Cloud Publica, Hibrida, Privada, MultiCloud e qualquer que seja sua modalidades IaaS, PaaS ou SaaS, fará com que médias e grandes empresas além das instituições do governo finalmente abrirão as portas para Cloud.

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Blockchain

Em sua última pesquisa o Gartner afirmou que Blockchain é uma das tendências de TI que deve evoluir significativamente nos próximos dois ou três anos.

No ano passado já percebemos a formação de algumas  ‘cadeias’  de negócio e à medida que esses pilotos e provas de conceito amadurecem, teremos uma evolução natural onde esses ambientes caminharão em direção a sua produção.

O Blockchain sendo um sistema que registra todas as transações logo trará ferramentas poderosas para automatizar operações e processos nos negócios, e eles se tornarão facilitadores de produtividade para empresas que buscam aproveitar a tecnologia.

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IoT (com inteligência)

2018 acontecerá um avanço significativo e quantitativo na incorporação de IoT em veículos, organizações, casas e cidades conectadas. Em breve estima-se que haverá 100 bilhões de dispositivos conectados e, rapidamente, 1 trilhão.

Quando coloco no título IoT (com inteligência) quero dizer que a magnitude da combinação de dados, com o poder de processamento, alinhado com o poder da Inteligência Artificial, vai ajudar as máquinas a orquestrarem melhor os recursos físicos e humanos.

O alinhamento entre Cloud, IoT e AI de acordo com um relatório publicado pela IDC, teremos um crescimento de 40% nos investimentos na América Latina, onde o mercado brasileiro tem grande participação.

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Caso tenham interesse a pesquisa do Gartner com os executivos de tecnologia de informação do mundo todo para mapear as tendências do mercado de TI nos próximos anos e verificar quais são os desafios enfrentados pelos profissionais do setor, pode ser encontrada neste LINK.

 

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Webinar – Sua empresa irá Inovar? Saiba como Infraestrutura e Plataforma podem ser combinadas.

Olá Leitores, Bom Dia.

O mundo de infraestrutura em Cloud por muitas vezes pode ser encarado como comodite e a passagem para Plataforma como inovação. Quel tal fazer ambos co-existirem e equalizar o uso de tecnologia em sua empresa ?

Eu(Thiago Viola) e meu amigo Gerson Itiro (Dono do Canal do Youtube: Future Cloud) seremos os responsáveis por essa apresentação.

Contamos com a sua presença!

Participe!  01 de novembro, às 10h!

Inscreva-se: https://engage.vevent.com/index.jsp?eid=556&seid=91790

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Orquestratação de Containers – Parte 2: O que escolher ? Kubernetes vs. Docker Swarm vs. Apache Mesos ?

Olá Leitores,

No post número 01 sobre Orquestração de containers abordamos as atuais e principais soluções de gerenciamento no mercado que são: Kubernetes | Docker Swarm |Apache Mesos, onde demonstramos as características e arquitetura básica de cada um.

Para este segundo post vamos abordar o comparativo entre cada uma delas e tendo como fundamento funcionalidades cada vez mais necessárias como por exemplo: failover, balanceamento de carga e, em geral, clusterização de serviços. Vamos a eles:

 Kubernetes  dockerswarm MESOS
Instalação do Cluster Parcialmente complexo para configurar. Uso extensivo de arquivos YAML para definir todos os serviços no cluster. YAML é exclusivo para Kubernetes. Instalação e configuração fácil. Todos os componentes são principalmente baseados no docker, e podem ser integrados dentro do “systemd”. Geralmente fácil de instalar e configurar com pequenos clusters, mas consideravelmente mais complexo com configurações maiores
Deployment do Container YAML como base para a implementação de todos os componentes  (pods, serviços e controladores de replicação). Completamente baseado em Docker e muito fácil de configurar. Completamente nativo do Docker. Baseado em JSON. Todas as definições de aplicativos vão dentro de um arquivo JSON que é passado para a API RESOS.
Tamanho Mínimo (Cluster) Um servidor para Master e um servidor para Node. Nas configurações de produção, os serviços de descoberta e os Serviços Mestres devem ser agrupados com pelo menos 3 servidores em cada camada, e tantos minions como sua infra-estrutura requerem. Em ambientes práticos de produção, os serviços de descoberta e gerentes precisam estar em configurações altamente disponíveis com pelo menos dois servidores em cada camada. Vários trabalhadores também são necessários para distribuição e replicação de serviços. Um Master e um Slave. Em ambientes de produção prática, pelo menos 3 master e vários slave conforme necessário.
Escalabilidade Clusters de médio a grande porte. Muito adequado para aplicações complexas com muitos containers dentro dos ‘pods’. Este é um ponto em desenvolvimento no Swarm. Considere o Swarm para configurações de pequena a média escala. Clusters grandes a muito grandes. Melhor escolha se quiser combinar containers e aplicações normais no mesmo cluster.
Maturidade Muito maduro. Descendente direto da plataforma interna do Google BORG. Maduro, mas ainda está evoluindo. Muito maduro, especialmente para clusters muito grandes contando com milhares de servidores.
Melhores características Melhores recursos de agendamento PODS quando aplicativos complexos são necessários para serem implantados. Fácil de usar, e mais nativo do Docker. Escala nos milhares e recursos de restrições baseados em rack / host disponíveis para afinar onde implantar aplicativos.

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