SAP Forum: Palestra de Cloud IBM e XP Investimentos.

Olá Leitores,

Descubra como a XP Investimentos está trabalhando com a IBM para levar aplicações SAP para a Cloud.

Confira a palestra de Thiago Videira, Líder de IBM Cloud para SAP, e Bruno Spera, Gerente SAP na XP Investimentos, no SAP Forum 2017.

“Alavancando seu negócio com os benefícios da Cloud Híbrida em seu ambiente SAP – O caso da XP Investimentos”

Quando? Quarta-feira, 13 de setembro, às 15h00.
Onde?  SAP Forum – Plenária A – Inovação, no Transamérica Expo Center

Post SAP Forum

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
Head of Watson and Cloud Digital Sales Brazil
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Redução de preço na Cloud IBM: Compose

Olá Leitores,

Para quem não conhece o IBM Compose, trata-se de uma plataforma gerenciada de banco de dados como serviço que permite o uso de aplicativos empresariais modernos baseados em tecnologias de banco de dados de código aberto.

Com o Compose, você pode obter bancos de dados prontos para produção em minutos, liberando você para se concentrar no desenvolvimento de aplicativos.

A partir de 1º de setembro de 2017 – todos os preços de implantação do banco de dados IBM Compose foram reduzidos.

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Por exemplo, Compose para MongoDB custava seu pacote incial em US$ 31 para o primeiro GB de dados, mais $18 por GB. Sob o novo plano de preços, o MongoDB começa com US$ 13 a menos; O primeiro GB é de US$ 18 e cada GB adicional é de mais US$ 18.

Os custos iniciais de implantação também estão caindo para todos os outros serviços de composição, incluindo Redis, Elasticsearch, PostgreSQL, MySQL, SycllaDB, RethinkDB, etc. e RabbitMQ.

Tão importante, também estamos introduzindo novos níveis de preços com base nos dados que estão sendo consumidos (ou no caso de bancos de dados na memória, como Redis, a quantidade de RAM alocada).  À medida que você consome mais dados, o custo por unidade irá cair.

Por exemplo, com o MongoDB, há uma redução de 10% no custo por GB depois que seu banco de dados cruza o limiar de 10GB e outros 10% caem por unidade em 25GB, e assim por diante.

Em suma, todo cliente IBM Compose já deve estar sentindo uma queda nos preços.

E por fim, cabe lembrar que os fundamentos continuam sendo implantados em ambientes altamente disponíveis e totalmente gerenciados. Cada implantação do Compose possui alta disponibilidade, failover automático, backups diários, recursos de dimensionamento automático, monitoramento e suporte 24/7, um conjunto robusto de APIs para gerenciar remotamente suas implantações, criptografia SSH / SSL e muito mais.

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Nota

Back2School – Treinamentos de Cloud Computing

Olá Leitores,

Um mês de treinamento em Cloud Computing, que tal ?

Em setembro, aprenda e experimente diferentes soluções em Cloud Computing como Amazon Web Services, Google Cloud Platform, IBM Cloud Platform, Microsoft Azure, Red Hat, VMware, HPE, Spotinst e muito mais …

Como funciona?

Abaixo, você encontrará 16 diferentes workshops em Cloud para escolher, organizados por assunto (bootcamps, containers, nuvem privada, segurança, dados, IoT e ferramentas).

Você poderá se registrar em 5 sessões diferentes, então escolha com cuidado.

Link:  http://back2school.cloudzone.io/

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Quais são as métricas de rede que realmente importam para um ambiente em CLOUD ?

Olá Leitores, Boa Tarde.

O tema CLOUD gera em alguns usuários ainda preocupações como:  PERFORMANCE, ESTABILIDADE, SEGURANÇA, LATENCIA e grande parte dessas estão relacionadas como a comunicação de REDE se comporta.

O tempo passou mas as equipes de TI de hoje não são tão diferentes das equipes do passado, ainda existe um empenho muito grande em gerenciar negócios testando a tecnologia, medindo os resultados e recalibrando. Mas sabemos que grande parte da tecnologia que eles estão usando e gerenciando mudou drasticamente.

As empresas estão muito mais distribuídas do que costumavam ser e grande parte dos serviços agora estão hospedados em algum lugar da cloud, mas o que não mudou são aquelas métricas antigas que ainda têm muito uso e são fator de sucesso.

Dessa maneira evidencio aqui algumas métricas de rede que devemos ter em mente.:

1 – Latência.: Mede o tempo que os pacotes de rede levam para viajar de origem para destino. É melhor medido assimetricamente para combinar com a maneira como a internet funciona.  Exemplo na Cloud IBM: http://lg.softlayer.com/

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2 – Capacity.: A capacidade relacionada a largura de banda. É a taxa de trânsito máxima possível entre a origem e o destino através de uma rede. Isso pode afetar a experiência do usuário, já que o ponto mais lento no caminho da rede pode causar lentidão na linha.

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3 – Packet Loss.: A perda de pacotes é a porcentagem de pacotes de rede perdidos entre a origem e o destino. Isso pode causar congestionamentos na rede e desaceleração para usuários, que notarão aplicativos lentos com apenas 1% de perda de pacotes.

4 – QoS.: Os níveis de qualidade de serviço precisam ser aplicados pela TI para que eles funcionem, de modo que diferentes tipos de tráfego de aplicativos sejam tratados de forma diferente com base em sua faixa ou categoria designada.

5 – Response Time.:  Ver como os aplicativos e os serviços estão se apresentando em comparação com os SLAs do provedor podem dar-lhe alguma vantagem em obter melhores tempos de resposta para os usuários.

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Citação

Comparativo de funcionalidades entre IBM Cloud Platform e AWS.

Olá Leitores,

Este artigo tem o objetivo de ajudar clientes que venha do ecossistema da AWS a “traduzir” seus workloads para a IBM Cloud Platform.

Cloud IBM tem três silos principais. Infraestrutura, Aplicações e Serviços.

Infra-estrutura é orientado com base de SoftLayer a qual está disponível em mais de 35 Datacenters em todo o mundo.

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Aplicações podem ser Cloud Foundry, Docker ou Open Whisk.

Serviços contêm um enorme catálogo de pay as you go e add ons para sua aplicação, como Watson, Bancos de dados e Analytics.

 

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Acesse o comparativo completo.: https://softlayer.github.io/tools/compareorator/

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Conheça projetos Open Source que podem facilitar a adoção e uso de Kubernetes.

Olá Leitores, Bom Dia.

Nas últimas semanas a avalanche de informações sobre Kubernetes ainda tem dominado as principais conversas sobre tecnologia. Por aqui fiz um post a cerca de 01 mês sobre o tema Kubernetes agora disponível no IBM Bluemix Container Service., e também recomendo a leitura dos posts do Marcos Paraiso., “Os containers vão engolir IT ?”, e também “5 razões por que Kubernetes estará em seu futuro”.

Uma breve introdução para quem não conhece o Kubernetes,  ele foi desenvolvido pelo Google como parte do projeto de Borg e entregue para a comunidade open source em 2014.

Kubernetes

O Kubernetes possui mais de 15 anos e combina infraestrutura na execução de  containers com cargas de trabalho de produção, aberta contribuições fonte edição e ferramentas de gerenciamento., lembrando também que Kubernetes nos permite executar aplicativos em containers em escala, com balanceamento de cargas, garantindo alta disponibilidade de aplicativos e ainda gerenciando atualizações ou reversões.

Mas usar Kubernetes leva algum trabalho e muitas das tarefas de gerenciamento e manutenção em torno de Kubernetes são francamente complexas.

Não podemos esperar que o projeto principal resolva todos os problemas imediatamente e felizmente, a comunidade em torno de Kubernetes está encontrando soluções para aqueles problemas que, por uma razão ou outra, a equipe de Kubernetes não se enfocou.

Pensando em facilitar a adoção e o uso de Kubernetes busquei por algumas iniciativas que poderiam trazer benefícios reais com geração de snapshots, Disaster Recovery e ferramentas complementares que buscam cobrir o que a solução ainda não está madura para suprir., vamos a elas:

Heptio

heptio

A missão da Heptio ao abrirmos o site é muito clara.: Tornar o Kubernetes® acessível aos desenvolvedores em todos os lugares e promover o ecossistema Kubernetes aberto.

Dois dos criadores de Kubernetes saíram do Google para formar a Heptio, uma empresa com a missão declarada de tornar Kubernetes mais fácil de usar. A empresa se concentrou na entrega de ferramentas de código aberto projetadas para aprimorar a experiência de trabalhar com a versão original de Kubernetes.

Dois projetos que chamam a atenção são: Heptio Ark e Heptio Sonobuoy.

O Ark é um sistema de recuperação de desastres para clusters Kubernetes – uma maneira de capturar, fazer backup e restaurar aplicativos baseados em contêineres. Ark registra o estado de ambos os objetos da API Kubernetes e os discos de volume persistente (PV).

O Sonobuoy verifica uma determinada instalação do Kubernetes para ver se pode passar os testes usados ​​para certificar as versões da versão Kubernetes. O trabalho da Sonobuoy é descobrir se mudanças de versionamento criaram incompatibilidades.

Vale a pena aprofundar a leitura.: https://www.heptio.com/products-and-services/

 



Kubed

A Kubed é um lançamento da AppsCode, trata-se de plataforma de codificação colaborativa para aplicações em container na gestão de um cluster Kubernetes.

Kubed, com pronuncia de “Cube-dee” e abreviação de “Kubernetes daemon” – agrupa uma série de funções úteis em um único processo daemon. A Kubed pode realizar instantâneos de cluster periódicos, fornecer armazenamento temporário para objetos excluídos (caso necessite novamente), executar reencaminhamento automático de eventos, enviar notificações por vários canais e muito mais.

Veja maiores detalhes.: https://github.com/appscode/kubed


 

Kubicorn

O projeto Kubicorn visa ajudar os usuários a criar e gerenciar infra-estrutura para Kubernetes em vários serviços em Cloud. Como o Puppet e outras ferramentas modernas para gerenciar infra-estrutura, a Kubicorn adotou uma filosofia declarativa: o usuário descreve o estado que deseja ver em seu cluster e a Kubicorn garante que o estado do cluster seja mantido em sincronia com esse alvo.

O Kubicorn pretende trabalhar tanto como uma ferramenta autônoma como como uma biblioteca que pode ser invocada por outras ferramentas. Do mesmo jeito, Kubicorn desenha ferramentas existentes em Kubernetes, como a ferramenta kubeadm. Como tal, o Kubicorn destina-se a complementar os fluxos de trabalho existentes em vez de deslocá-los.

A maior parte da abordagem da Kubicorn é o uso de instantâneos. O Kubicorn funciona permitindo que um usuário defina o estado do seu cluster, aplique esse estado atômico (se não funcionar, é revertido) e para capturar esse estado como um instantâneo. Esses instantâneos podem então ser usados ​​para implantações novas também.

Veja maiores detalhes.: https://github.com/kris-nova/kubicorn

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VMWorld 2017 com presença e palestra de Cloud IBM Brasil !

Olá Leitores,

O VMWorld é uma conferência global para virtualização e Cloud Computing, criada pela VMware. Para quem não conhece, sem duvida nenhuma é um dos grandes eventos de tecnologia.

Este ano o VMWorld acontecerá em Agosto de 27 a 31 – em Las Vegas no Mandalay Bay Hotel & Convention Center.

Marcando presença pela IBM e pelo time de CLOUD BRASIL, mais uma vez nosso amigo Tarsio Zambrana – LA Senior Cloud Engineer recebeu um convite da VMWare e irá explicar como  ter liberdade e controle em Cloud IBM, acelerando a jornada de transformação digital dos seus negócios com segurança e custos reduzidos.

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O nome da palestra será.: “Understand how VMware NSX/VSAN and IBM BlueMix are truly delivering Business Continuity to Latin America Customers [VMTN6624U]” .

Para que estiver por lá será em – Aug 30, 12:30 p.m. – 12:45 p.m.

Session Type:  VMTN Network vBrownBag TechTalk
Market Segment:  Enterprise
Session Audience:  IT – All
Product and Topics:  NSX, vSAN, vSphere
Technical Level:  Technical – Advanced

Em detalhes nesta palestra., iremos explicar como a Cloud IBM com parceria da VMware está usando todos os recursos do VMware como NSX e VSAN.

Exploraremos algumas das poderosas ferramentas como Load Balancer, L2VPN, IPSec VPN, L2 Bridging e outros para fornecer qualquer tipo de funcionalidade que os clientes precisam e apresentar pelo menos 3 a 4 implementações reais de produção em toda a América Latina.

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