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Tecnologia: O que esperar para 2018 ?

Olá Leitores, Bom Dia.

No ano passado percebemos que as empresas começaram a impulsionar ambientes integrados, buscando a montagem de arquiteturas com aplicações existentes como uma forma de acelerar a inovação. Agora, chegamos em 2018 acompanhados de grandes avanços em tecnologias disruptivas que estão mudando cada vez mais a paisagem da TI.

O Gartner já projetava um crescimento de 4% para o setor de tecnologia da informação em 2018. Em relação a valores, a estimativa é que os gastos globais das empresas com TI totalizem US$ 3,7 trilhões em 2018 – um aumento de 4,3% em relação aos US$ 3,5 trilhões estimados para 2017.

Quanto às tendências de tecnologia para 2018 ?  Vamos a elas:

Inteligência Artificial (AI)

O amadurecimento e crescimento deste tema trará as empresas a possibilidade de cada vez mais criar sistemas que aprendem, adaptam-se e atuam de forma autônoma para a tomada de decisões.

As APIs para os dados serem trabalhados assim como a análise deles estão se tornando cada vez mais acessíveis, permitindo a adoção dessas tecnologias por negócios convencionais que buscam tomar decisões melhores e mais rápidas.

O uso de IA aplicado no processo de tomada de decisões, renovação de processos e modelos de negócio com certeza será peça chave para inovar o relacionamento com clientes.

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Cloud Computing (Adoção em massa)

Cloud já é uma realidade a tempos mas temos visto uma certa morosidade nas organizações para a adoção em massa desta tecnologia.

Quando coloco Cloud Computing (Adoção em massa) estou certo que este ano teremos uma forte crescente. Se olharmos para traz, veja quantas barreiras já superarmos: riscos de segurança, privacidade de dados, implementação de ambiente, migração de aplicação, dificuldades em entendimento de TCO e ROI.

Agora estamos em outra fase, o forte investimento de grandes empresas como IBM, Google, AWS, Oracle, Microsoft faz com que o mercado amadureça e entenda que Cloud já é a realidade necessária para seu negócio.

Em geral,o uso de Cloud Publica, Hibrida, Privada, MultiCloud e qualquer que seja sua modalidades IaaS, PaaS ou SaaS, fará com que médias e grandes empresas além das instituições do governo finalmente abrirão as portas para Cloud.

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Blockchain

Em sua última pesquisa o Gartner afirmou que Blockchain é uma das tendências de TI que deve evoluir significativamente nos próximos dois ou três anos.

No ano passado já percebemos a formação de algumas  ‘cadeias’  de negócio e à medida que esses pilotos e provas de conceito amadurecem, teremos uma evolução natural onde esses ambientes caminharão em direção a sua produção.

O Blockchain sendo um sistema que registra todas as transações logo trará ferramentas poderosas para automatizar operações e processos nos negócios, e eles se tornarão facilitadores de produtividade para empresas que buscam aproveitar a tecnologia.

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IoT (com inteligência)

2018 acontecerá um avanço significativo e quantitativo na incorporação de IoT em veículos, organizações, casas e cidades conectadas. Em breve estima-se que haverá 100 bilhões de dispositivos conectados e, rapidamente, 1 trilhão.

Quando coloco no título IoT (com inteligência) quero dizer que a magnitude da combinação de dados, com o poder de processamento, alinhado com o poder da Inteligência Artificial, vai ajudar as máquinas a orquestrarem melhor os recursos físicos e humanos.

O alinhamento entre Cloud, IoT e AI de acordo com um relatório publicado pela IDC, teremos um crescimento de 40% nos investimentos na América Latina, onde o mercado brasileiro tem grande participação.

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Caso tenham interesse a pesquisa do Gartner com os executivos de tecnologia de informação do mundo todo para mapear as tendências do mercado de TI nos próximos anos e verificar quais são os desafios enfrentados pelos profissionais do setor, pode ser encontrada neste LINK.

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
Head of Watson and Cloud Digital Sales Brazil
SoftLayer Subject Matter Expert

E-mail: thiagoviola@yahoo.com.br
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Buscando por MBA de Cloud Computing ? — Página atualizada !

Leitores,

Para quem busca um curso de MBA com especialização em ‘Cloud Computing’, aqui está um mapeamento que tem exatamente esse objetivo.

Para as pessoas da nossa área de Tecnologia da Informação (TI) que estão pensando em investir em pós-graduação que tal buscar por algo que tenha relação com o tema mais quente do mercado: Cloud Computing (Computação em Nuvem).

Cloud é uma das tecnologias que mais avança nas empresas e combinada com outros temas como BigData, Analytics, Inteligência Aritifical, IoT, Computação Quantica tem tudo para se tornar a grande base tecnológica das empresas.

Para que tenha uma base, o IDC prevê que em 2020, + de 60% de toda a infraestrutura de TI estará sem consumida já em Cloud e para isso as empresas precisaram cade vez mais de profissionais que tenham conhecimento e habilidade para tocar essa transformação dentro das empresas.

Sendo assim, procurei me atentar e buscar as principais universidades que fornecem os cursos com uma grade currícular interessante e que tenha foco principalmente nas atividades prática de uma Cloud.

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Acessem agora mesmo a página abaixo para maiores detalhes:

https://thiagoviola.wordpress.com/mba-cloud-computing/

 

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Nota

Back2School – Treinamentos de Cloud Computing

Olá Leitores,

Um mês de treinamento em Cloud Computing, que tal ?

Em setembro, aprenda e experimente diferentes soluções em Cloud Computing como Amazon Web Services, Google Cloud Platform, IBM Cloud Platform, Microsoft Azure, Red Hat, VMware, HPE, Spotinst e muito mais …

Como funciona?

Abaixo, você encontrará 16 diferentes workshops em Cloud para escolher, organizados por assunto (bootcamps, containers, nuvem privada, segurança, dados, IoT e ferramentas).

Você poderá se registrar em 5 sessões diferentes, então escolha com cuidado.

Link:  http://back2school.cloudzone.io/

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Thiago Viola
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Conheça projetos Open Source que podem facilitar a adoção e uso de Kubernetes.

Olá Leitores, Bom Dia.

Nas últimas semanas a avalanche de informações sobre Kubernetes ainda tem dominado as principais conversas sobre tecnologia. Por aqui fiz um post a cerca de 01 mês sobre o tema Kubernetes agora disponível no IBM Bluemix Container Service., e também recomendo a leitura dos posts do Marcos Paraiso., “Os containers vão engolir IT ?”, e também “5 razões por que Kubernetes estará em seu futuro”.

Uma breve introdução para quem não conhece o Kubernetes,  ele foi desenvolvido pelo Google como parte do projeto de Borg e entregue para a comunidade open source em 2014.

Kubernetes

O Kubernetes possui mais de 15 anos e combina infraestrutura na execução de  containers com cargas de trabalho de produção, aberta contribuições fonte edição e ferramentas de gerenciamento., lembrando também que Kubernetes nos permite executar aplicativos em containers em escala, com balanceamento de cargas, garantindo alta disponibilidade de aplicativos e ainda gerenciando atualizações ou reversões.

Mas usar Kubernetes leva algum trabalho e muitas das tarefas de gerenciamento e manutenção em torno de Kubernetes são francamente complexas.

Não podemos esperar que o projeto principal resolva todos os problemas imediatamente e felizmente, a comunidade em torno de Kubernetes está encontrando soluções para aqueles problemas que, por uma razão ou outra, a equipe de Kubernetes não se enfocou.

Pensando em facilitar a adoção e o uso de Kubernetes busquei por algumas iniciativas que poderiam trazer benefícios reais com geração de snapshots, Disaster Recovery e ferramentas complementares que buscam cobrir o que a solução ainda não está madura para suprir., vamos a elas:

Heptio

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A missão da Heptio ao abrirmos o site é muito clara.: Tornar o Kubernetes® acessível aos desenvolvedores em todos os lugares e promover o ecossistema Kubernetes aberto.

Dois dos criadores de Kubernetes saíram do Google para formar a Heptio, uma empresa com a missão declarada de tornar Kubernetes mais fácil de usar. A empresa se concentrou na entrega de ferramentas de código aberto projetadas para aprimorar a experiência de trabalhar com a versão original de Kubernetes.

Dois projetos que chamam a atenção são: Heptio Ark e Heptio Sonobuoy.

O Ark é um sistema de recuperação de desastres para clusters Kubernetes – uma maneira de capturar, fazer backup e restaurar aplicativos baseados em contêineres. Ark registra o estado de ambos os objetos da API Kubernetes e os discos de volume persistente (PV).

O Sonobuoy verifica uma determinada instalação do Kubernetes para ver se pode passar os testes usados ​​para certificar as versões da versão Kubernetes. O trabalho da Sonobuoy é descobrir se mudanças de versionamento criaram incompatibilidades.

Vale a pena aprofundar a leitura.: https://www.heptio.com/products-and-services/

 



Kubed

A Kubed é um lançamento da AppsCode, trata-se de plataforma de codificação colaborativa para aplicações em container na gestão de um cluster Kubernetes.

Kubed, com pronuncia de “Cube-dee” e abreviação de “Kubernetes daemon” – agrupa uma série de funções úteis em um único processo daemon. A Kubed pode realizar instantâneos de cluster periódicos, fornecer armazenamento temporário para objetos excluídos (caso necessite novamente), executar reencaminhamento automático de eventos, enviar notificações por vários canais e muito mais.

Veja maiores detalhes.: https://github.com/appscode/kubed


 

Kubicorn

O projeto Kubicorn visa ajudar os usuários a criar e gerenciar infra-estrutura para Kubernetes em vários serviços em Cloud. Como o Puppet e outras ferramentas modernas para gerenciar infra-estrutura, a Kubicorn adotou uma filosofia declarativa: o usuário descreve o estado que deseja ver em seu cluster e a Kubicorn garante que o estado do cluster seja mantido em sincronia com esse alvo.

O Kubicorn pretende trabalhar tanto como uma ferramenta autônoma como como uma biblioteca que pode ser invocada por outras ferramentas. Do mesmo jeito, Kubicorn desenha ferramentas existentes em Kubernetes, como a ferramenta kubeadm. Como tal, o Kubicorn destina-se a complementar os fluxos de trabalho existentes em vez de deslocá-los.

A maior parte da abordagem da Kubicorn é o uso de instantâneos. O Kubicorn funciona permitindo que um usuário defina o estado do seu cluster, aplique esse estado atômico (se não funcionar, é revertido) e para capturar esse estado como um instantâneo. Esses instantâneos podem então ser usados ​​para implantações novas também.

Veja maiores detalhes.: https://github.com/kris-nova/kubicorn

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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INSCREVA-SE no Webinar e saiba como potencializar seu ambiente VMware com Bluemix Infrastructure

Olá Leitores,

O tema Cloud e VMWare tem ganho alguns capítulos importantes para empresas que possuem um ambiente pré-estabelecido em seu próprio DataCenter e também uma vontade muito grande de iniciar o uso de uma Cloud Pública.

Orientado a esse desejo e muitos outros como DR, transbordo de ambiente, HA, elasticidade sazonal, etc – criamos este Webinar para melhor demonstrar tais capacidade e funcionalidades

Entenda como a plataforma IBM Bluemix conta, além das tradicionais ofertas de servidores Virtuais e Bare Metal, com um modelo integrado de solução Vmware, onde o cliente pode criar um ambiente híbrido utilizando das mesmas ferramentas e recursos existentes de sua infra on premises e tudo isso com controle absoluto, pagamento sob demanda e segurança.

Increva-se agora mesmo.: https://engage.vevent.com/index.jsp?eid=556&seid=90831

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Nota

Recomendações para fugir de vendor lock-in em Cloud.

Bom Dia Leitores,

O assunto de ‘Vendor lock-in’ não é novo, vem de muito tempo atrás com hardware, software, ERP, etc., e agora é a vez de analisarmos o cenário em Cloud e propor uma visão pertinente sobre como não cair na armadilha do ‘lock-in’.

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Não restam dúvidas que qualquer fornecedor escolhido este tentará convencer sua empresa a extrair o valor máximo de sua Cloud.

Mas e qual é a sua estratégia de saída ? Como tratar alternativas a problemas recorrentes ou genericos ? estas e outras questões em todos os modelos de Cloud devem ser respondidos antes da contratação.

Sendo assim, vamos a análise um a um.:

IaaS

  • Inicie a busca por provedores de infraestrutura que façam uso e tenha padrões de APIs compatíveis com a maioria dos provedores de Cloud e sejam aderentes a modelos abertos como o Open Stack.
  • Utilize Docker ou solução similar. Dessa maneira você terá containers  modulares que você ‘pode reconstruir e implantar’ com simplicidade.
  • Evite utilização de banco de dados exclusiva de um provedor. Sabemos que sua aplicação precisa armazenar, mas escolha corretamente o modelo e serviço de banco de dados contratado.

 

IaaS/PaaS

  • Implementar integração de API/REST. Modelo fácil da Web que você se conecta através de HTTPS e torna padrão facilmente em chamadas web.  
  • Configuração deverá ser externalizada. Não codifique utilizando apenas um serviço, servidor, plataforma, etc.
  • Use APIs comuns. Se você estiver usando NodeJS por exemplo ou outras APIs bem conhecidas semelhantes, então não se preocupe com vendor lock-in. Se você começar a usar os serviços fornecidos pela plataforma, você tem um problema maior.

 

SaaS

  • Certifique-se de que existe um método padrão para a exportação de dados. Veja se é viável importar seus dados em outros sistemas.
  • Teste o método de exportação de dados.

 

Cloud em geral

  • Evite dependência da tecnologia exclusiva do provedores de Cloud. Na maioria das vezes, seus laços arquitetônicos são mais processos do que códigos. Estes tendem a vazar em chamadas API ou outros procedimentos de gestão operacional.
  • Use IPs fixos e nomes DNS vinculados à sua empresa e não ao provedor.
  • Tenha duas Cloud. É mais fácil mover se você começar com pelo menos dois fornecedores diferentes. Isso é mais difícil de fazer com SaaS, mas bastante operável com IaaS / PaaS. 

 

Em linhas gerais utilizar a arquitetura de microserviços ou, pelo menos, os seus princípios é a melhor alternativa. Sempre mantenha UMA estratégia de saída do provedor de Cloud e tenha certeza que este provedor não está criando dificuldades a você.

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Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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Saiba porque sua empresa precisa de uma estratégia diferente de Data Center para o Mundo Digital

Colocar em uma mesma frase DataCenter e Mundo Digital gera desconforto no contexto em que estamos inseridos hoje em tecnologia, mas nas últimas décadas foram eles, os DataCenters que formavam concepções básicas de um ecossistema de TI que sustentaram com louvor grandes empresas e aplicações.

Sabemos que houveram mudanças práticas em tecnologia para DCs principalmente nos ítens de energia e refrigaração, além da concepção e construção física que sofreram inovações, no entanto, será que tais atualizações suportarão o Mundo Digital ?

Quando olho para DataCenters tradicionais penso naquele esquema básico de preocupação.: Compra de recursos, manutenção, atualização, gerenciamento, além de HA, DR, replicação e outros que influenciam diretamente um ambiente OnPremises, mas será que são esses tipos de preocupações que irão impedir o uso para o “novo” Mundo Digital ?

Vamos analisar …

O novo mundo digital está mudando e mudará a forma como as empresas se relacionam com mercados e seus públicos-alvos. E isso obrigara a levar  TI  a uma posição de protagonista nos processos de negócio e exigirá mudanças sistêmicas nas organizações.

Para demonstrar como o mundo vem se transformando gosto de utilizar um exemplo clássico utilizado pelo Rodrigo Kede sobre a diferença tecnologica que o mundo sofreu do  conclave de 2005 do ‎Papa Bento XVI‎ para o do Papa Francisco‎ em 2013.

2005

2013

É nítida a quantidade de dispositivos conectados simultaneamente. Segundo o Gartner em 2020 mais de 7 bilhões de pessoas, além de cerca de 35 bilhões de dispositivos, estarão conectados à Internet e isso certamente resultará em um significativo aumento na velocidade, no consumo e no volume de dados tratados pelos usuários. Será mesmo que um DataCenter tradicional suporta isso ?

Os DataCenters tradicionais foram criados para gerarem altos níveis de disponibilidade e redundância com processos bem documentados para estruturas tradicionais e estruturas organizacionais segmentadas em um volume previamente dimensiado.

Certamente essa abordagem já não é apropriada para o mundo digital, a função e a entrega dos DataCenters terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a competitivida empresarial estará comprometida – para isso que tal adotarmos um novo modelo de consumo de TI como CLOUD ?

Segundo o Gartner, até 2018, 75% das empresas mudarão significativamente sua estratégia de DataCenter para se concentrarem na agilidade sobre a resiliência.

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No entanto, sabemos que mudanças a novos modelos gerão resistência e podemos analisar o que realmente poderá ou não acontecer para que este mundo se torne realidade.

O que terá resistência a mudança ?

  • Governança, resiliência e conformidade aos níveis executivos terão prioridade;
  • Exemplos de falhas de segurança tornarão as organizações cautelosas;
  • Exemplos de falhas e indisponibilidade em serviços de provedores de Cloud podem retardar o uso de nuvem.
  • Os investimentos feitos em ambiente OnPremises deixarem de ser prioridade e serem convertidos em OPEX.

 

O que terá impulsionará a mudança ?

  • Velocidade para obter novos produtos no mercado irá pressionar os líderes empresariais a se concentrarem na agilidade;
  • A cultura de otimização de custos ganhará níveis crescentes de avaliação;
  • Criação de uma cultura de não foco operacional e sim em inovação / agilidade;
  • O uso de Cloud permitirá que as organizações se concentrem em novos modelos de negócios.
  • Novas tecnologias irão permitir que aTI se concentrem na inovação e auxilie outras áreas de negócio.

 

Para finalizar apoiado no Gartner este apresentou cinco recomendações para que as organizações desenvolvam uma estratégia de DataCenter mais adequada e moderna:

1. DataCenter se comportar como uma fábrica e um laboratório – A explosão no volume de dados fará com que as infraestruturas precisarão estar preparadas para trabalhar um alto número de informação com agilidade e assim resultar em uma grande escala no processamento.

2. Gerencie a pressão sobre o data center para torná-lo ágil e inovador – O ambiente precisa estar preparado para rodar processos tradicionais sem perder a capacidade de abrigar tecnologias inovadoras, no que abordagem a TI bimodal optar por um ambiente híbrido entre OnPremises e Cloud é uma ótima opção.

 3. Gerencie Riscos – Os DCs são pontos para onde irão convergir bilhões de dados oritundos de milhões de dispositivos. Tradicionalmente, esses ambientes focam na gestão de risco associadas a tempo de parada e disponibilidade. As estratégias para um mundo digital precisam ser mais amplas considerando a capacidade de concluir transações sem falhas. 

4. Torne o Datacenter parte de uma topologia híbrida e ampla – Nos próximos anos, mais da metade do investimento em TI será feito pelas áreas de negócio.

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente – A era digital trará novos negócios e consigo novas tecnologias.

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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