Cloud IBM com servidores SAP certificados – Provisione agora !

Olá Leitores,

No início de Março fiz um post com o tema: “SAP em Cloud? Já disponível no IBM Bluemix Infrastructure“, onde abordei que a IBM certificou junto a SAP sua infra-estrutura IBM Bluemix a qual será capaz de fornecer flexibilidade na execução cargas de trabalho SAP.

Este ambiente foi justamente construído  para escalar facilmente provendo aos clientes velocidade de implantação de recursos e o uso para novas cargas de trabalho.

A novidade fica por conta da listagem dos servidores que estão homologados e certificados para trabalharem com workloads em SAP. Como saber ?

  1. Acesse a página SoftLayer.com e clique sobre Servidores >> IaaS certified for SAP.

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  2. Após selecionar a opção IaaS certified for SAP, você será direcionado a uma nova página onde teremos informações pertinentes ao mundo Cloud + SAP como, indicativos de trazer aplicativos SAP de negócios críticos em execução nas soluções SAP HANA ou SAP NetWeaver para a Cloud.

    Tanto a SAP HANA como a SAP NetWeaver foram testadas e certificadas para serem executadas em servidores Bluemix bare metal, permitindo acelerar e agilizar o ambiente em nuvem, tornando mais fácil e econômico escalar ou escalar.

  3. Algumas orientações válidas referente ao ambiente são.:
    • Apenas os servidores Bare Metal contratados no modelo MENSAL estão certificados;
    • O provisionamento do ambiente respeitará o prazo de 01 à 04 horas;
    • Os ambientes de SAP Hana consistem em Linux – RedHat Enterprise;
    • SAP HANA até o momento estão disponíveis em 3 modalidades: 512GB, 1TB e 2TB;
    • VPN ou Direct Link poderão ser provisionados;
    • Os servidores possuem capacidade de até 10 Gbps;
    • Storage poderão ser contratados como disco interno da máquina (com RAID) ou Storage externo – como o Endurance ou o Performance.
    • O licenciamento do SAP é de responsabilidade do cliente;
  4. Os servidores disponíveis para iniciarmos o uso, são eles.:

    Screen Shot 2017-04-21 at 1.22.26 AM

  5. Caso queiram maiores informações, estas estão neste link.

https://www.ibm.com/cloud-computing/bluemix/sap-bare-metal-servers?cm_mc_uid=73540181295214876901897&cm_mc_sid_50200000=1492713289&cm_mc_sid_52640000=1492713289

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
Head of Cloud Digital Sales Brazil
SoftLayer Subject Matter Expert

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Nota

Recomendações para fugir de vendor lock-in em Cloud.

Bom Dia Leitores,

O assunto de ‘Vendor lock-in’ não é novo, vem de muito tempo atrás com hardware, software, ERP, etc., e agora é a vez de analisarmos o cenário em Cloud e propor uma visão pertinente sobre como não cair na armadilha do ‘lock-in’.

Handcuffs

 

Não restam dúvidas que qualquer fornecedor escolhido este tentará convencer sua empresa a extrair o valor máximo de sua Cloud.

Mas e qual é a sua estratégia de saída ? Como tratar alternativas a problemas recorrentes ou genericos ? estas e outras questões em todos os modelos de Cloud devem ser respondidos antes da contratação.

Sendo assim, vamos a análise um a um.:

IaaS

  • Inicie a busca por provedores de infraestrutura que façam uso e tenha padrões de APIs compatíveis com a maioria dos provedores de Cloud e sejam aderentes a modelos abertos como o Open Stack.
  • Utilize Docker ou solução similar. Dessa maneira você terá containers  modulares que você ‘pode reconstruir e implantar’ com simplicidade.
  • Evite utilização de banco de dados exclusiva de um provedor. Sabemos que sua aplicação precisa armazenar, mas escolha corretamente o modelo e serviço de banco de dados contratado.

 

IaaS/PaaS

  • Implementar integração de API/REST. Modelo fácil da Web que você se conecta através de HTTPS e torna padrão facilmente em chamadas web.  
  • Configuração deverá ser externalizada. Não codifique utilizando apenas um serviço, servidor, plataforma, etc.
  • Use APIs comuns. Se você estiver usando NodeJS por exemplo ou outras APIs bem conhecidas semelhantes, então não se preocupe com vendor lock-in. Se você começar a usar os serviços fornecidos pela plataforma, você tem um problema maior.

 

SaaS

  • Certifique-se de que existe um método padrão para a exportação de dados. Veja se é viável importar seus dados em outros sistemas.
  • Teste o método de exportação de dados.

 

Cloud em geral

  • Evite dependência da tecnologia exclusiva do provedores de Cloud. Na maioria das vezes, seus laços arquitetônicos são mais processos do que códigos. Estes tendem a vazar em chamadas API ou outros procedimentos de gestão operacional.
  • Use IPs fixos e nomes DNS vinculados à sua empresa e não ao provedor.
  • Tenha duas Cloud. É mais fácil mover se você começar com pelo menos dois fornecedores diferentes. Isso é mais difícil de fazer com SaaS, mas bastante operável com IaaS / PaaS. 

 

Em linhas gerais utilizar a arquitetura de microserviços ou, pelo menos, os seus princípios é a melhor alternativa. Sempre mantenha UMA estratégia de saída do provedor de Cloud e tenha certeza que este provedor não está criando dificuldades a você.

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Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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Nota

Computação Quântica e Cloud IBM – o futuro chegou – Vamos testar ?

Olá Leitores,

O tema computação quântica é um assunto que gera ansiedade, estranheza e muito interesse devido a aplicação e inovação nas novas tendências de tecnologia.

A idéia da computação quântica é tornar possível solucionar problemas que nem mesmo os supercomputadores de hoje conseguem resolver.  Este computador poderá ser programado para realizar qualquer tarefa computacional e será exponencialmente muito mais rápido do que as tecnologias clássicas para um grande número de aplicações científicas e de negócios.

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Para que tenhamos um entendimento mutuo vamos passo a passo.

Computação Quântica: O que é ?

A computação quântica é pouco compreendida e devo assumir que o assunto é interessante mas também complexo!

Para termos uma noção mais clara do conceito, basta pensarmos no modelo computacional atual que é baseado no sistema binário. Um bit pode assumir os estados que convencionamos chamar de 0 ou 1.

Já o elemento central da computação quântica é o qubit (abreviação de “bit quântico”), que se diferencia por poder assumir o estado 0, o estado 1 ou ambos os estados ao mesmo tempo.

A capacidade dos qubits de assumir dois estados simultaneamente aumenta de forma considerável a capacidade de processamento do computador.

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Esse modelo dá margem para um número muito grande de cálculos que podem ser realizados ao mesmo tempo, sendo assim, o efeito prático é a possibilidade de resolver problemas que na computação clássica levariam um tempo impraticável.

 

Computação Quântica: Onde vamos aplicar ?

A idéia é que a computação quântica poderá ser usada junto com os sistemas convencionais. Atualmente muitos cientistas acreditam que os computadores quânticos possam ser usados para assegurar a solução de problemas complexos e ainda ajudarem a encontrar cura para doenças como câncer e Alzheimer. Ao oferecer ganhos exponenciais em performance, computadores quânticos também podem ter uma enorme aplicação na criptografia e na química computacional, entre outros campos.

Um exemplo clássico que encontrei é o vendedor viajante que precisa encontrar a rota mais eficiente para visitar um número de cidades. Quanto mais cidades são acrescentadas, maior o número de possíveis rotas e logo há muitas possibilidades para um computador convencional lidar em uma quantidade razoável de tempo.

Um exemplo bem complexo é resolver problemas de otimização como em missões espaciais e no modelo de controle de tráfego aéreo – áreas que a Nasa devota significantes esforços em computação.  “A Nasa tem uma grande variedade de aplicações que não conseguem ser resolvidas em supercomputadores tradicionais em um prazo realista devido a sua complexidade exponencial, então sistemas que usam efeitos quânticos oferecem uma oportunidade de resolver tais problemas”.

 

Computação Quântica e IBM.

A IBM iniciou suas atividades a muito tempo e vem aprimorando ao longo dos tempos a teoria e a prática desta técnologia.

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Computação Quântica: Prática – Cloud e IBM Quantum Experience .

A IBM depois de lançar ofertas em tecnologias emergentes como Cloud, Cognição (Watson) e blockchain (Hyperledger e Fabric), a IBM vê os computadores quânticos como uma nova oportunidade de inovação.

A IBM liberou um serviço online que dá a qualquer pessoa acesso gratuito à sua plataforma de computação quântica (via PC ou dispositivos móvel).

Esta experiência está baseada e desenvolvida em torno do serviço de computação em Cloud existente da IBM: a Quantum Experience, que qualquer pessoa pode acessar gratuitamente.

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IBM Quantum Experience

Acesse através do link: https://quantumexperience.ng.bluemix.net/ .

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Aqui fiz uma simulação de um pequeno ambiente utilizando os 05 qubit .

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Computação Quântica: Tour no Laboratório IBM.

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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Nota

Serverless Computing pode facilitar a automatização de sua TI.

Olá Leitores, Boa Tarde.

O tema de Serverless Computing é relativamente novo no mercado mas os benefícios que essa tecnologia traz possibilitará empresas terem seus ambientes automatizado sem a necessidade de grandes investimentos de dinheiro e tempo.

Serverless Computing é  também conhecido como Function as a service (FaaS), é um modelo de execução de código de computação em Cloud no qual o provedor de Cloud gerencia totalmente o início e a parada da plataforma de contêiner de uma função como um serviço (PaaS), conforme necessário para atender solicitações.

A grande sacada aqui em Serverless Computing” é justamente ser utilizado por uma empresa sem a necessidade de comprar, alugar ou provisionar servidores ou máquinas virtuais para o código de back-end executar.

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Serverless Computing pode ser usado em conjunto com código escrito em estilo de servidor tradicional, como microservices e também pode ser ativado por eventos específicos (como o registro de usuário, uma autenticação, performance, etc) ou ser configurado para ser executado atrás de uma plataforma de gerenciamento de API.

Um exemplo bem claro de como este serviço poderá funcionar pode ser destinada a aplicações orientadas a UserInterface como um site de e-commerce.

Vamos pensar em um sistema tradicional de 3 camadas orientado ao cliente com lógica do lado do servidor. Tradicionalmente, a arquitetura será algo deste modo, e digamos que é implementado em Java no lado do servidor, com um componente HTML / Javascript como o cliente:

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Com essa arquitetura, o cliente pode ser relativamente inteligente, com grande parte da lógica no sistema – autenticação, navegação de página, pesquisa, transações – implementada pelo aplicativo de servidor. No entanto, com uma arquitetura Serverless isso pode funcionar melhor desta maneira:

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Esta é uma visão  simplificada, mas mesmo com isso há uma série de mudanças significativas que aconteceram aqui. Note que esta não é uma recomendação de uma migração de arquitetura, trata-se apenas de um exemplo para expor o conceitos de Serverless.

Na prática atualmente temos alguns serviços de ServerLess já transformados em produtos pelo principais provedores de Cloud como IBM (com o OpenWhisk), AWS (com o Lambda) e Google (com o Google Cloud Functions).

A critério de curiosidade é interessante sabermos o que temos por trás destes serviços e temos uma base em qual linguagem cada um deles está desenvolvido.

  • IBM – OpenWhisk – Open Source Serverless – suporta Node.js, Swift, Python e Java via Docker Containers e futuramente em Kubernetes.
  • AWS – Lamdba – Node.js, Python, Java, C#
  • Google – Cloud Functions – Node.js

O serviço de Serverless da IBM, conhecido como OpenWhish fornece um serviço de computação distribuída para executar a lógica do aplicativo em resposta a eventos. Existem vários conceitos como:

  • Triggers: Uma classe de eventos emitidos por fontes de eventos. 
  • Actions: Encapsular o código real a ser executado que suporta ligações de vários idiomas incluindo NodeJS, Swift e programas binários arbitrários encapsulados em Docker Containers. As ações invocam qualquer parte de um ecossistema aberto incluindo serviços Bluemix existentes para análise, dados, cognitivo ou qualquer outro serviço de terceiros. 
  • Rules: uma associação entre uma triggers e um action. 
  • Packages: Descrever os serviços externos de forma uniforme.

 

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Quer testar na prática ?

Acesse agora mesmo o BlueMixhttps://console.ng.bluemix.net/openwhisk/.

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Combine Serverless com InfraEstrutura até Watson !!! 🙂

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Em posts futuros trago um serveless funcionando com um vídeo.

Referências:

https://martinfowler.com/articles/serverless.html#unpacking-faas
https://developer.ibm.com/openwhisk/

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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Cloud IBM: Múltiplas contas através de um único IBM ID.

Olá Leitores,

A Cloud IBM através do BlueMix Infrastructure traz uma experiência para navegação e utilização sobre produtos, serviços, ferramentas e sistemas que necessitam de uma visão unificada que proporcionará flexibilidade e agilidade no gerenciamento do ambiente.

Pensando nisso, a IBM lançou o ‘single sign on’ para o uso de suas respectivas plataformas de Cloud, mais conhecido como IBM ID. O objetivo desta feature é integrar o controle, segurança e gerenciamento de serviços IBM BlueMix Infrastructure em seu vasto catálogo de serviços.

Na prática, clientes que posssuem múltiplas contas e necessitam de um gerenciamento ativo e real time poderão desfrutar deste recurso.

  1. Clientes que acessam o Painel de Controle SoftLayer, ao invês de inserirem o usuário e senha tradicional, devem escolher a opção de ‘Log in with IBMid’.

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  2. Neste step você será direcionado para a criação de seu IBMid, caso já o tenha basta acessar com suas credenciais.:

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  3. Ao acessar sua conta ao lado direito da tela você terá todas as contas que possuem relacionamento direto com seu IBM ID e assim efetuar um fácil “Switch Account”.

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    Através desta navegação é possível interagir com múltiplas contas em tempo real via autenticação única.

  4. Ainda existe a possibilidade de interação e troca da Default Account.
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    Screen Shot 2017-03-17 at 8.43.52 AM

 

Obrigado e abraços,


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Saiba porque sua empresa precisa de uma estratégia diferente de Data Center para o Mundo Digital

Colocar em uma mesma frase DataCenter e Mundo Digital gera desconforto no contexto em que estamos inseridos hoje em tecnologia, mas nas últimas décadas foram eles, os DataCenters que formavam concepções básicas de um ecossistema de TI que sustentaram com louvor grandes empresas e aplicações.

Sabemos que houveram mudanças práticas em tecnologia para DCs principalmente nos ítens de energia e refrigaração, além da concepção e construção física que sofreram inovações, no entanto, será que tais atualizações suportarão o Mundo Digital ?

Quando olho para DataCenters tradicionais penso naquele esquema básico de preocupação.: Compra de recursos, manutenção, atualização, gerenciamento, além de HA, DR, replicação e outros que influenciam diretamente um ambiente OnPremises, mas será que são esses tipos de preocupações que irão impedir o uso para o “novo” Mundo Digital ?

Vamos analisar …

O novo mundo digital está mudando e mudará a forma como as empresas se relacionam com mercados e seus públicos-alvos. E isso obrigara a levar  TI  a uma posição de protagonista nos processos de negócio e exigirá mudanças sistêmicas nas organizações.

Para demonstrar como o mundo vem se transformando gosto de utilizar um exemplo clássico utilizado pelo Rodrigo Kede sobre a diferença tecnologica que o mundo sofreu do  conclave de 2005 do ‎Papa Bento XVI‎ para o do Papa Francisco‎ em 2013.

2005

2013

É nítida a quantidade de dispositivos conectados simultaneamente. Segundo o Gartner em 2020 mais de 7 bilhões de pessoas, além de cerca de 35 bilhões de dispositivos, estarão conectados à Internet e isso certamente resultará em um significativo aumento na velocidade, no consumo e no volume de dados tratados pelos usuários. Será mesmo que um DataCenter tradicional suporta isso ?

Os DataCenters tradicionais foram criados para gerarem altos níveis de disponibilidade e redundância com processos bem documentados para estruturas tradicionais e estruturas organizacionais segmentadas em um volume previamente dimensiado.

Certamente essa abordagem já não é apropriada para o mundo digital, a função e a entrega dos DataCenters terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a competitivida empresarial estará comprometida – para isso que tal adotarmos um novo modelo de consumo de TI como CLOUD ?

Segundo o Gartner, até 2018, 75% das empresas mudarão significativamente sua estratégia de DataCenter para se concentrarem na agilidade sobre a resiliência.

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No entanto, sabemos que mudanças a novos modelos gerão resistência e podemos analisar o que realmente poderá ou não acontecer para que este mundo se torne realidade.

O que terá resistência a mudança ?

  • Governança, resiliência e conformidade aos níveis executivos terão prioridade;
  • Exemplos de falhas de segurança tornarão as organizações cautelosas;
  • Exemplos de falhas e indisponibilidade em serviços de provedores de Cloud podem retardar o uso de nuvem.
  • Os investimentos feitos em ambiente OnPremises deixarem de ser prioridade e serem convertidos em OPEX.

 

O que terá impulsionará a mudança ?

  • Velocidade para obter novos produtos no mercado irá pressionar os líderes empresariais a se concentrarem na agilidade;
  • A cultura de otimização de custos ganhará níveis crescentes de avaliação;
  • Criação de uma cultura de não foco operacional e sim em inovação / agilidade;
  • O uso de Cloud permitirá que as organizações se concentrem em novos modelos de negócios.
  • Novas tecnologias irão permitir que aTI se concentrem na inovação e auxilie outras áreas de negócio.

 

Para finalizar apoiado no Gartner este apresentou cinco recomendações para que as organizações desenvolvam uma estratégia de DataCenter mais adequada e moderna:

1. DataCenter se comportar como uma fábrica e um laboratório – A explosão no volume de dados fará com que as infraestruturas precisarão estar preparadas para trabalhar um alto número de informação com agilidade e assim resultar em uma grande escala no processamento.

2. Gerencie a pressão sobre o data center para torná-lo ágil e inovador – O ambiente precisa estar preparado para rodar processos tradicionais sem perder a capacidade de abrigar tecnologias inovadoras, no que abordagem a TI bimodal optar por um ambiente híbrido entre OnPremises e Cloud é uma ótima opção.

 3. Gerencie Riscos – Os DCs são pontos para onde irão convergir bilhões de dados oritundos de milhões de dispositivos. Tradicionalmente, esses ambientes focam na gestão de risco associadas a tempo de parada e disponibilidade. As estratégias para um mundo digital precisam ser mais amplas considerando a capacidade de concluir transações sem falhas. 

4. Torne o Datacenter parte de uma topologia híbrida e ampla – Nos próximos anos, mais da metade do investimento em TI será feito pelas áreas de negócio.

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente – A era digital trará novos negócios e consigo novas tecnologias.

 

Obrigado e abraços,


Thiago Viola
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SAP em Cloud? Já disponível no IBM Bluemix Infrastructure

Olá Leitores, Bom Dia.

SAP em Cloud é e será um dos anseios do mercado para a verdadeira avaliação e qualificação de workloads de produção operando em um mundo de nuvem.

Pensando nisso, a IBM certificou junto a SAP sua infra-estrutura IBM Bluemix a qual será capaz de fornecer flexibilidade na execução cargas de trabalho SAP. O ambiente foi construído  para escalar facilmente, os servidores SAP permitem a facilidade e a velocidade de implantação de recursos quando há necessidade de estender ou mover cargas de trabalho para o IBM Cloud.

Isso permite um dos conceitos mais básicos de Cloud: flexbilidade, expansão rápida de capacidade, contração quando não for necessário, migração de cargas de trabalho SAP para a nuvem ou complementação da arquitetura de nuvem privada existente.

Além disso, ainda podemos utilizar e combinar uma vasta gama de serviços Bluemix e produtos para melhorar a sua arquitetura em Cloud.

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Existem algumas características deste tipo de ambiente que gostaria de compartilhar com vocês para que não tenhamos dúvida no momento de contratação e utilização.:

  • Worloads de SAP terão como base de InfraEstrutura servidores físicos (Bare Metal);
  • Apenas os servidores Bare Metal contratados no modelo MENSAL estão certificados;
  • O provisionamento do ambiente respeitará o prazo de 01 à 04 horas;
  • Os ambientes de SAP Hana consistem em Linux – RedHat Enterprise;
  • SAP HANA até o momento estão disponíveis em 3 modalidades: 512GB, 1TB e 2TB;
  • VPN ou Direct Link poderão ser provisionados;
  • Os servidores possuem capacidade de até 10 Gbps;
  • Storage poderão ser contratados como disco interno da máquina (com RAID) ou Storage externo – como o Endurance ou o Performance.
  • O licenciamento do SAP é de responsabilidade do cliente;

 

O manual completo de SAP HANA on IBM Bluemix Infrastructure Implementation and Operations Guide poderá ser encontrado no link abaixo.

Referência: http://knowledgelayer.softlayer.com/procedure/sap-ibm-bluemix-infrastructure

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